Comissão técnica terá reajuste, enquanto treinador seguirá como o mais bem pago entre seleções
O técnico Carlo Ancelotti seguirá com o mesmo salário em seu novo contrato com a Confederação Brasileira de Futebol até 2030. Apesar da renovação, o treinador italiano manterá os vencimentos atuais, que já representam o maior salário da história da Seleção Brasileira e também o mais alto entre técnicos de seleções no futebol mundial.
Ancelotti continuará recebendo 10 milhões de euros por ano, valor que gira em torno de R$ 62 milhões anuais, o equivalente a pouco mais de R$ 5 milhões por mês. A quantia reforça o peso do projeto da CBF e a aposta na experiência do multicampeão europeu à frente da equipe nacional.
Enquanto o comandante manterá seus ganhos, haverá reajuste salarial para membros da comissão técnica. Serão contemplados os auxiliares Paul Clement e Francisco Mauri, o preparador físico Mino Fulco e o analista de desempenho Simone Montanaro, que terão seus vencimentos atualizados na nova estrutura contratual.
Assinatura deve ocorrer antes da próxima Data FIFA
A expectativa é de que a assinatura e o anúncio oficial da renovação ocorram antes da convocação para a Data FIFA de março, quando o Brasil voltará a campo por compromissos internacionais.
A manutenção do salário de Ancelotti indica estabilidade no planejamento da CBF, que busca continuidade no trabalho visando os próximos ciclos de competições, incluindo Copa América e Copa do Mundo. Já o reajuste da comissão técnica é visto como valorização interna da equipe que atua diretamente no dia a dia da preparação da Seleção.
| Foto: Rafael Ribeiro/CBF |